quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Salvador, domingo, 16: Joceny, Caetano, Festa!

Marcha de Santo Amaro da Purificação
segue pelas ruas de Salvador até a concha, onde ocorreria o show.



Show/Festa: Noite de Santo Amaro
na concha acústica do Teatro Castro Alves: o presente mais bonito que eu poderia receber, sob o céu estrelado de Salvador.

E Caetano continua lindooooo! (Pois é, gente, antes de Wagner Moura já existia Caetano no meu coração... O que é que o baiano tem, hein?)
Margareth Menezes foi um show à parte.
O bolo! Santo Amaro da Purificação foi celebrado junto com o aniversário de J. Veloso.
Artistas de Santo Amaro e outros, convidados, cantam, com o público (nós!) os parabéns para J. Veloso, mano de Caetano, no encerramento do show. Cinco horas após o início, tá bem? Salvador é para os fortes!! Veja aí dona Canô, mãe de Caê, com seus 103 anos, dançando na cadeira e acenando para o artista da vez a cada menção ao seu nome. Inveja, meu Deus: eu, com 44, mal consigo subir dois lances de escada sem ficar com a língua pra fora...

Quando deu três horas de show/festa eu já tava mais morta do que viva, só me sacudia se o vento empurrasse... (e não havia vento). Os baianos pulavam feito doidos e foi assim até o final. Essa gente é diferente, não é igual a nós, pobres mortais, não... Será o dendê? será o acarajé? Por sinal, durante o show, em uma das barraquinhas, comi um de-li-ci-o-so. Mas, devia ter comido vários, pra ver se segurava a onda de manter a animação até o final como os nativos.

Obrigada, Jô, que me levou a esse evento, rua acima, rua abaixo, além de outras coisas:  Solar, caipirinha de jaboticaba, dicas, Museu Rodin (que acabei visitando ontem, já que naquele domingo estava fechado), alegria, bom humor, disponibilidade etc. etc.


(A foto de Caetano é de Uran Rodrigues, publicada no site da Contigo. As demais são de Sidney Rocha Rocharte, publicadas na 100 Fronteiras).

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