domingo, 16 de janeiro de 2011

Janeiro

esteve mesmo sob o signo de Amy: talento, indisciplina, desastre. Back to black: às vezes melancólico, às vezes trágico, sempre bonito. Não que eu não goste de Frank, o primeiro cd, mas BTB é perfeito. Ou talvez apenas seja mais a minha cara e por isso me toque mais...
Concordo com quem disse que as canções e o estilo dela são muito intimistas para o formato de show (espaços enormes etc.) proposto nessa turnê brasileira que se encerrou ontem. Ainda vou vê-la cantando em algum lugar menor, mais tranqüilo. Quem sabe em Londres?
Amy, tenha o bom gosto de não morrer tão cedo. Não sacaneia. Larga essa porra desse crack e vai compor mais dessas maravilhas pra nós. Mania que esse povo tem de se deixar virar vítima da máquina de mistificação e automistificação do hollywood way of life, com a mídia, as noções babacas de 'hedonismo' e 'sensibilidade' que circula entre 'artistas' e 'intelectuais' etc etc. Uma canseira. 
Pena. Daqui a pouco ela vai embora sem sequer ter chegado ao auge. Ou não. Tomara.

1 comentários:

Beth Blue disse...

Amy, tenha o bom gosto de não morrer tão cedo. Não sacaneia. Larga essa porra desse crack e vai compor mais dessas maravilhas pra nós.

Concordo plenamente, ela tem uma VOZ maravilhosa. Mas temo que acabe como a Janis Joplin ou o Jim Morrison. Live fast, die young.